Postado por em 01-06-2017 Imprimir . A+ . A-

CAÇA AOS PROFESSORES…

arbitrariedade CAÇA AOS PROFESSORES…

A prefeitura desta vez resolveu suspender arbitrariamente o salário de 02 professores correspondente a 20 horas.

Ambos de Tuiutiba, a secretaria de educação quer obrigar esses professores a conciliar 20 horas em Tuiutiba e 20 horas em Araras: localidades que distam aproximadamente 50 km de estrada de chão, em péssimas condições; enquanto que nos povoados próximos, onde estes professores faziam em anos anteriores as outras 20 horas, tem vários contratados e eles massacram os professores efetivos por perseguição política. ISSO É INADIMISSÍVEL e se o Slogan da prefeita no debate político na assembleia do SISE foi “que lei é pra ser cumprida”; então senhora prefeita eis ai o que diz a lei 08/2011, que trata do plano de cargos do Magistério:

Art. 47. Quando o número mínimo de hora-aula não puder ser cumprido apenas em uma Unidade Escolar, ou em apenas um turno, em razão das especificidades da disciplina, a jornada de trabalho será completada em outro turno ou estabelecimento, conforme sua disciplina, dentro do perímetro urbano ou zona rural desde que haja disponibilidade de transporte e tempo hábil. 

Parágrafo Único – Na impossibilidade de efetivar-se o procedimento indicado, a Direção da Unidade Escolar destinará ao Professor atividades complementares extra-classe de natureza pedagógica, a serem exercidas obrigatoriamente na Unidade de Ensino.

Cumpra a lei ao invés de usar de arbitrariedade porque todos sabem que é impossível essa conciliação de 20 horas em Tuiutiba e 20 horas em Araras, como se a própria lei não desse alternativa e não houvesse contratos nos povoados próximos a Tuiutiba: não esquecendo que esses servidores estiveram várias vezes na secretaria de educação para resolver esse impasse, inclusive protocolaram documentos apresentando alternativas e cumpriram essas vintes horas na escola onde são lotados, porque vocês se recusaram a resolver o problema.

Salário é pensão alimentar é sobrevivência!

Que outro nome poderíamos dar a esse tipo de posicionamento da gestão municipal?

 

 

 

 

 

 

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